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Justiça concedeu um efeito suspensivo e derrubou, nesta segunda-feira, a
liminar que obrigava o Vasco a abrir os contratos com a 7 7 7 Partners. Com
isso, o clube já pode dar prosseguimento ao andamento ao rito de aprovação da
Sociedade Anônima do Futebol (SAF).
A decisão é da desembargadora Fernanda Fernandes Coelho Arrabida
Paes sobre uma ação da Comissão dos Direitos do Consumidor da Alerj, que
solicitava a abertura dos contratos com a empresa americana. O Vasco alega que
há cláusulas de confidencialidade que o impedem de expor o documento na
íntegra.
– Registre-se que, a medida pretendida com a Ação
Coletiva, qual seja, a disponibilização aos consumidores/torcedores da cópia
dos contratos e demais documentos que se vinculam com a operação societária de
constituição da SAFCRVG e a alienação de 70% (setenta por cento) da
participação societária à investidora 7 7 7 Partners, para a análise minuciosa
da referida por todos os membros do conselho deliberativo e demais
interessados, antes da votação de aprovação ou não da operação; mostra-se
totalmente descabida para o fim a que se destina – diz trecho da decisão.
Com a queda da liminar, o próximo passo é a convocação da reunião
do Conselho Deliberativo para votação sobre a a venda da SAF para a 777
Partners. No sábado, uma Comissão Especial formada por conselheiros e
beneméritos e o Conselho e Fiscal emitiram pareceres favoráveis ao negócio.
O rito interno da
SAF estava paralisado desde 14 de julho por conta de uma liminar assinada pelo
juiz Luiz Alberto Carvalho Alves, da 3ª Vara Empresarial. O Vasco recorreu da
ação, mas a desembargadora Lúcia Regina Esteves se declarou suspeita e
solicitou a redistribuição do pedido do Vasco .
A desembargadora Fernanda Fernandes Coelho Arrabida Paes assumiu o
caso na sexta e, nesta segunda, derrubou a liminar que impedia o andamento da
SAF.
O clube agora corre para aprovar a venda
para a 777 Partners antes do fechamento da janela, em 15 de agosto, para ter
tempo de ter recursos para investir em contratações.




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